Parque
Nacional da Tijuca
É
a maior floresta artificial do mundo, a maior
em área urbana e também foi a primeira da história
a ser replantada. Localizada no coração do Rio de Janeiro,
a Floresta da Tijuca separa a zona norte da zona sul
da cidade. É um dos passeios preferidos dos cariocas,
que fazem caminhadas e passeios ciclísticos, principalmente
nos fins-de-semana.
Com muitos pequenos animais vivendo livremente em área
de mata fechada, possui rios, quedas d'água, lagos,
mirantes, pontos de parada com mesas, play-grounds,
etc..
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O
Parque Nacional da tijuca, criado em 1967, abrange 3
complexos geográficos: a Foresta da Tijuca (esta
área embora seja muito conhecida é apenas
uma das muitas partes que compõem o Parque), a Serra
da Carioca e a Pedra da Gávea / Pedra Bonita.
A área total do Parque corresponde a 3200 hectares,
constituindo a maior foresta urbana do mundo, sendo
administrado pelo IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio
Ambiente e dos Recursos Naturais Reniváveis.
O Parque nacional da Tijuca foi declarado Reserva da
Biosfera pela Unesco em 1991.
E diversificada em sua flora, fauna e em suas belezas
naturais, como grutas e cachoeiras, além de possuir
obras arquitetônicas de grande valor histórico
e artístico. |
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Informação útil:
Horário de funcionamento:de 2º feira
a domingo, das 8 às 18 hs.
Tel: 2492-2252/2492-5407
Preço da entrada: de graça
Se pode chegar de ônibus o de carro
Dicas
pra este passeio:
Não
são permitidos o ingresso de animais (cães,
gatos, etc).
É peferivel ir de carro, porque a pé
não se pode andar muito. A caminhada é
pra cima e é muito cansativa.
Visite o "Centro dos Visitantes", uma das
primeiras atrações, e assine o livro.
É é legal dar uma olhada, pois o Parque
é visitado por gente de todo o mundo. Ali mesmo
dê uma olhada nas fotos do parque que estão
demais.
O tempo mínimo necessário para conhecer os principais
pontos turísticos desse parque é de 2 dias. Esse tempo
é suficiente apenas para um conhecimento superficial,
por causa da grande quantidade de atrações disponíveis
aos visitantes. O acesso a alguns de seus pontos,
como a Pedra da Gávea, leva um dia inteiro (ida e
volta).
Um
pouco de história:
No século XVIII, a floresta foi devastada para dar
lugar às plantações de café. O desmatamento comprometeu
o abastecimento de água da cidade e, em 1881, forçou
o Imperador D. Pedro II a tomar uma decisão revolucionária
para a época: ordenar o reflorestamento da região.
Para o trabalho foi escolhido o Major Manoel Gomes
Archer que, com seis escravos, plantou 60 mil árvores
durante 13 anos. O reflorestamento foi tão bem feito
que os animais - macacos, bichos-preguiça, lagartas,
cobras, pássaros, borboletas - voltaram a viver na
floresta e, com freqüência, podem ser vistos por quem
viaja no Trem do Corcovado. Foi devido ao sucesso
do reflorestamento que o Parque Nacional da Tijuca
foi escolhido como símbolo da Rio-92, a Conferência
Mundial de Meio Ambiente.
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Vista
da Mesa do Imperador
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Outras
grandes atrações são:
Pedra
da Gávea
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Pedra
da Gávea, com 842 metros de altitude, ganhou esse
nome pela proximidade com o formato de uma cesta de
gávea das antigas embarcações, e também acabou como
primeiro batizado de nome português em terras brasileiras.
Rica em lendas, é também ponto de encontro para praticantes
de esportes radicais e também por isso, local de muitos
acidentes.
Informação útil:
Acesso: A partir do Alto da Boa Vista ou de São Conrado,
pode-se ir de automóvel até pontos mais próximos (um
deles é a subida para a Pedra Bonita); o restante do
caminho deve ser feito a pé.
Estacionamento: Não há: não há estrada até o local.
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Vista
geral da Pedra Bonita
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Pedra
Bonita
Próxima à Pedra da Gávea.
Informação útil:
Acesso: A partir do Alto da Boa Vista ou de São Conrado,
pode-se ir de automóvel até um ponto, a partir do qual
o acesso de automóveis só é permitido aos praticantes
de vôo livre carregando equipamento.
Estacionamento: Não há, apesar de existir ponto próximo
onde uma pequena quantidade de veículos pode estacionar.
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Vista
do Mirante Dona Marta
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Morro Dona Marta, que tem esse nome em homenagem
a última proprietária, com 362 metros de altitude, tem
um sensacional mirante que proporciona uma excelente
vista da Baía da Guanabara. Infelizmente a encosta do
morro foi tomada por uma das favelas mais violentas
do Rio, mas a vista ainda continua valendo a pena.
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